top of page

Ministério da Saúde alerta que estamos vivendo uma epidemia de Sífilis

  • 3 de abr. de 2017
  • 2 min de leitura

Dados apontados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e do Ministério da Saúde de 2014/2015 apontam o aumento significativo de Sífilis no Brasil, os casos dispararam de 1,2 mil para mais de 65 mil, em 2015, os casos de bebês com sífilis congênita foi de 6,5 a cada mil bebês nascidos, 13 vezes o tolerado pela OMS, 170% a mais do que os números registrados em 2010. O número de bebês mortos por falta de medicamento em 2015 chegou a 220.

A falta do antibiótico usado para tratar a doença, a Penicilina, no mundo inteiro é um grande problema, essa falta se deve ao baixo preço do produto, e com isso as fabricas pararam de produzir o antibiótico, a forma que o Ministério da Saúde encontrou para resolver esta questão foi aumentar o valor da vacina e explanar que estamos vivendo uma epidemia. Segundo Márcia Corrêa e Castro (Superintendente do Canal Saúde/FIOCRUZ) “ A ideia e fazer uma campanha nacional alertando sobre o aumento de casos de Sífilis no Brasil, e lembrar, principalmente aos jovens, que a única prevenção eficaz contra DSTs, como a Sífilis por exemplo, é o uso de preservativo ou seja, o sexo seguro, esperamos com essa campanha a conscientização da população e futuramente a diminuição dos casos”.

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível e também pode ser transmitida pela gestante infectada para o bebê.É causada por uma bactéria chamada Treponema Pallidum. A sífilis aparece como feridas no ânus, na vulva, na boca ou no pênis. Não arde, não apresenta pus, não cheira mal mas esta ferida é altamente contagiosa. É importante saber que esta ferida desaparece sozinha depois de 10 dias, mas isso não significa que a pessoa se curou, ao contrário, evidencia que a doença passou para o sangue. Depois de meses, aparecem manchas por toda a pele, principalmente nas mãos e pés. Se esta doença não for tratada, depois de alguns anos pode afetar o sistema nervoso, o coração e levar a morte. Para controlar a doença é preciso que o tratamento seja feito pela pessoa infectada e por seu parceiro sexual. No caso de gestantes, a terapia tem de ser realizada nos primeiros meses da gravidez. Caso contrário, há um grande risco de o bebê ser infectado ainda durante a gestação e nascer com problemas que vão desde surdez até deficiência cognitiva. O tratamento quase sempre envolve a aplicação de duas injeções de penicilina benzatina.

Fonte: FIOCRUZ, G1,Ministério da Saúde.

http://www.aids.gov.br/…/_p_boletim_sifilis_2015_fechado_pd…

http://g1.globo.com/…/medicamento-usado-no-tratamento-da-si…

http://noticias.uol.com.br/…/ministro-da-saude-admite-que-b…


Comentários


Posts Em Destaque
Posts Recentes
Arquivo

Saúde em Foco

  • Facebook Social Icon
  • Instagram Social Icon
  • Twitter Social Icon

© 2023 por O Plano. Orgulhosamente criado com Wix.com

bottom of page